Como prometi num comentário no post "
Conta-nos a tua historia " aqui estou eu a publicar algumas fotos adquiridas do ACAREG em 1994.
Desde já agradeço ao Hernâni do agrupamento do Tortosendo pelas fotos, que na altura também participou como pioneiro que actualmente è dirigente.
Pois é, como o tempo passa.
Nas fotos em baixo podem perceber que já la vai algum tempo.
Tinha eu 14 anos e fui um dos elementos participativos da Equipa Pantera.
A nossa equipa era constituída por 4 elementos, Vicente Alves, Nuno Agapito, Gonçalo Salvado e Rui Rolo acompanhados por dois caminheiros, Zé Luís e o Alexandre.
Muitas historias há para contar neste acampamento mas só vou referir uma que na minha opinião foi a mais engraçada.
No primeiro dia do acampamento depois da montagem de campo foram reunidas as equipas todas do sub-campo de pioneiros.
Não sei já ao certo quantas equipas eram, mas suponho que era para ai umas 15 equipas, +/-.
Após a apresentação dos dirigentes aos pioneiros foi nos pedido para fazer-mos a nossa apresentação para saberem quem éramos e de onde éramos.
Todas as equipas tinham o seu grito consoante ao seu totem, porem a nossa equipa foi a ultima a ser apresentada e o nosso grito não tinha nada a ver com o nosso totem como já referi em cima era a Equipa Pantera.
Ao apresentarmos o nosso grito soltou-se uma grande gargalhada, e não podia ser para menos.
Ora vejam, o nosso grito era o famosos grito " Braun barau barau, chocalho, tinto, tinto, tinto" lembram-se?
Depois da gargalhada geral, fomos repreendidos pelos dirigentes que não gostaram nada dizendo que tinha ser um grito relacionado com o nosso totem.
Foi-nos pedido para arranjar outro grito que seria apresentado ao final da tarde.
Já ao final da tarde foi pedido a todas as equipas para se formarem e para se apresentar novamente e então é que foi a confusão total.
Todas a s equipas pareciam solidarias connosco pois tinham mudado o seus gritos, uns era com vinho branco, outros aguardente, outros com rum e por ai fora, foi nesse momento que os dirigentes sem tirarem os pés do chão foram a lua e perceberam que não havia nada a fazer.
Nos restante dias as equipas foram melhorando os gritos novos que a pouco e pouco foram tornando mais engraçados.
Foi o meu primeiro regional e esta-me ainda bem na memoria todo o desenrolar da actividade, desde a caminhada onde o Rolo apanhou boleia, na construção da jangada, da fugida de campo e muito mais.
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